Há vários anos tem-se usado cachorros para auxiliar na terapia de pacientes em hospitais, na terapia de crianças com câncer e, também, para diminuir a solidão de idosos em asilos.

O Projeto Cão Terapeuta, fundado em 1998, foi o primeiro a usar os cães para acompanhamento terapêutico e auxílio psicológico e, desde então, várias ONG’s têm se espelhado no formato no Projeto de Atividade e Terapia Assistida por Animais que ajudam no bem estar de todas as pessoas à sua volta, sejam elas pacientes internados em hospitais, idosos esquecidos em asilos e doentes em geral.

Porém, se você tem um cachorro e gostaria de praticar este conceito de terapia em sua cidade, comunidade ou bairro, saiba que antes de qualquer boa iniciativa, é necessário realizar alguns testes em seu cão para saber se ele se encaixa no perfil de terapeuta. Por exemplo: ter mais de 2 anos, estar em dia com todas as vacinas, estar vermifugado, ser dócil, calmo e ser amigável com todos à sua volta estão entres os pré-requisitos básicos. – Cães agitados e com tendência agressiva não são recomendados.

Caso seu cão esteja de acordo com estes pré-requisitos, ainda não significa que ele já esteja apto para a prática da terapia assistida por animais. Após o primeiro passo, é extremamente necessário realizar um treinamento especial com o cachorro para que ele esteja totalmente preparado para este tipo de trabalho voluntário. E, por fim, são feitos mais alguns testes de comportamento para conferir se o animal está 100% de acordo com as exigências mínimas.